Li por aí que o Sócrates vem cá passear e doar 12000 Magalhães. Confesso que não percebi nem uma coisa nem outra.
De férias? Três dias a correr de um lado para o outro são férias? A "coisa" deve estar mesmo má quando o PM português não consegue passar uns dias de folga sem o elenco governamental. Claro que outra explicação do tipo: Cabo Verde interessa a Portugal e à UE e pode trazer mais-valias a um Portugal desgastado em África, não serve porque implicaria reconhecer o trabalho de credibilização do país que foi feito. Alguém se lembra da economia cabo-verdiana em 1999? Pois...
Doar 12000 Magalhães? Tenham dó... naif sim mas não tanto. Claro que há outra explicação: Sócrates vem garantir a sobrevivência, neste momento de crise, de uma (ou mais) empresa portuguesa que fabrica pc`s - para descobrir qual usar a Net. São postos de trabalho, famílias fora do desemprego... são 150000 pc`s a acrescer ao negócio da Venezuela e o investimento feito fica salvaguardado sem dumping. Mas esta explicação também não agrada porque implica reconhecer Cabo Verde como um mercado apetecível e também reconhece as ilhas como uma lança na África lusófona.
Pois então deite-se fora a lógica (silogística que seja) e que venha mesmo passear e doar Magalhães. Seja como for é lucro... e a comitiva de 120 pessoas sempre há-de cá deixar uns euro$$$$$
De férias? Três dias a correr de um lado para o outro são férias? A "coisa" deve estar mesmo má quando o PM português não consegue passar uns dias de folga sem o elenco governamental. Claro que outra explicação do tipo: Cabo Verde interessa a Portugal e à UE e pode trazer mais-valias a um Portugal desgastado em África, não serve porque implicaria reconhecer o trabalho de credibilização do país que foi feito. Alguém se lembra da economia cabo-verdiana em 1999? Pois...
Doar 12000 Magalhães? Tenham dó... naif sim mas não tanto. Claro que há outra explicação: Sócrates vem garantir a sobrevivência, neste momento de crise, de uma (ou mais) empresa portuguesa que fabrica pc`s - para descobrir qual usar a Net. São postos de trabalho, famílias fora do desemprego... são 150000 pc`s a acrescer ao negócio da Venezuela e o investimento feito fica salvaguardado sem dumping. Mas esta explicação também não agrada porque implica reconhecer Cabo Verde como um mercado apetecível e também reconhece as ilhas como uma lança na África lusófona.
Pois então deite-se fora a lógica (silogística que seja) e que venha mesmo passear e doar Magalhães. Seja como for é lucro... e a comitiva de 120 pessoas sempre há-de cá deixar uns euro$$$$$



